Desde sempre, o ser humano cria com as próprias mãos. Ferramentas, brinquedos, máquinas e invenções surgiram da curiosidade, da observação e da vontade de resolver problemas do dia a dia. Essa atitude de pensar, criar e transformar faz parte da história da humanidade.
Antes de aprender qualquer tecnologia, é importante entender como aprendemos. O aprendizado acontece de forma mais significativa quando participamos ativamente do processo, testando ideias, experimentando soluções e colocando a mão na massa. Quando aprendemos fazendo, o conhecimento deixa de ser apenas teórico e passa a ter sentido real.
Cultura Maker
Com o avanço da tecnologia, essa forma de aprender e criar ganhou um nome: Cultura Maker. O termo está ligado à ideia do faça você mesmo (Do It Yourself), que incentiva as pessoas a deixarem de ser apenas consumidoras e passarem a ser criadoras, protagonistas das próprias ideias.
A Cultura Maker vai muito além de aprender conteúdos prontos. Ela está relacionada à atitude de experimentar, errar, corrigir e tentar novamente. Cada tentativa traz novos aprendizados e cada erro faz parte do caminho para melhorar uma ideia.
Ser maker é observar o mundo ao redor, identificar problemas e pensar: como posso melhorar isso?
É planejar, construir, desmontar, ajustar e aprimorar projetos, sempre buscando novas soluções.
Muitas invenções que usamos hoje começaram de forma simples, com pessoas curiosas testando ideias em casa, em oficinas ou em pequenos laboratórios. O mais importante não era ter tudo pronto, mas ter iniciativa, coragem para experimentar e vontade de aprender.
Durante nossas aulas iremos explorar os territórios, espaços destinados as discussões e produções de projetos, utilizando os kits tecnológicos que são referência na área educacional.
Ser maker é observar o mundo ao redor, identificar problemas e pensar: como posso melhorar isso? É planejar, construir, desmontar, ajustar e aprimorar projetos, sempre buscando novas soluções.
Toda experiência maker possui alguns elementos fundamentais:
Curiosidade, que desperta o interesse em aprender e explorar;
Criatividade: o mais óbvio de todos, que propicia, aos profissionais que têm uma ideia, a oportunidade de colocar a mão na massa para realizá-la;
Experimentação, que envolve testar ideias na prática;
Persistência, para não desistir diante dos desafios;
Colaboração: a equipe trabalha de forma muito mais unida, seja fisicamente ou em rede, na chamada open source;
Escalabilidade: as criações podem ser replicadas, multiplicadas, em grande escala e de custo baixo;
Sustentabilidade: nada de desperdiçar recursos, a ordem é investir com responsabilidade e usar o que se tem disponível com inteligência.
Na aula de hoje, iremos trabalhar os aspectos da cultura maker. Para isso, você e sua equipe deverão construir um Jacaré Maker a partir de seus conhecimentos e experiências.